COMO VENCER OS PENSAMENTOS NEGATIVOS - Elleva - Desenvolvimento Pessoal e Profissional

COMO VENCER OS PENSAMENTOS NEGATIVOS

COMO VENCER OS PENSAMENTOS NEGATIVOS

Opa, aqui é o José Cavalcante e eu tenho falado muito que para termos uma vida fora da caixa, acima da média precisamos estar resolvidos internamente, encontrando a congruencia entre a mente, o corpo e o espírito. Para isso primeiro devemos compreender que somos formados por corpo, mente e espírito. A dor é sentida geralmente na matéria orgânica, no corpo físico; o sofrimento é produzido, na maioria das vezes, por uma mente enferma, doente, com pensamentos derrotistas, pessimistas e de vitimização. Pergunto: e o espírito imortal, o nosso “eu superior”ou se preferir, as nossas virtudes e qualidades, tem sido ouvidas também? Partindo do princípio de que somos essências divinas, filhos de um Ser Supremo, que nos fez à imagem e semelhança Dele, por que não conseguimos manifestar a perfeição sublime?

Por causa da interferência sombria do ego, o nosso “eu inferior” que habita a mente, impedindo, de forma antagônica, que o espírito – consciência divina – possa se revelar efetivamente.

Freud relatava a respeito da inevitabilidade do sofrimento. De fato, em muitos casos são inexoráveis os efeitos dolorosos, mas será esta uma regra imutável? Antes de tirar as devidas conclusões, devemos entender um pouco mais sobre o ego, o nosso “eu inferior”, que se alimenta da dor e do sentimento de vitimização.

Todos os pensamentos e sentimentos contrários ao crescimento pessoal compõem a base do ego, que tudo faz para se fortalecer, utiliza das artimanhas mais sutis de autoconvencimento, o desejo de estar sempre com a razão é sempre presente no indivíduo. O ego também aumenta o desejo de se auto afirmar perante os outros, o prazer de ter, ou seja, de ser possuidor de bens e certezas, o fortalece diante das batalhas diárias.

A outra tática muitíssima utilizada, eu costumo chamar como sendo a “síndrome do

coitadinho”, ou seja, o anseio de sentir-se sempre como vítima das circunstâncias, o sofredor, aquele a quem o mundo apenas rejeita, aquela pessoa a qual nada dá certo; há sempre uma desculpa infundada para justificar o fracasso, seja profissional, amoroso ou qualquer decepção pessoal. Pura falta de amor próprio: é o ego que se manifesta e estimula a miopia de autoestima. Além disso, a falta de senso moral e de valor pessoal, completa o arsenal de defesa do “eu inferior”.

Imaginemos uma balança, onde colocamos em um lado as virtudes e no outro extremo os vícios. As virtudes pertencem ao “eu superior”, que entre erros e acertos, consegue retirar bons frutos e utilizá-los para entender melhor a si mesmo e compreender de forma racional as mudanças internas, necessárias para o desenvolvimento da consciência divina.

Em contrapartida, o ego é aquele pensamento que parece coexistir sempre em segundo plano. Deixe-me exemplificar: quando somos convidados a uma atividade diferente da rotina, como uma viagem de estudos ao exterior ou a uma mudança de emprego que requer coragem e atitude, nosso “eu inferior” sutilmente se manifesta dizendo: “não mereço”, “não devo aceitar”, ou, “para que mudar, se tudo está como eu gosto”. Esses tipos de pensamentos que passam quase despercebidos são uma espécie de armadilhas mentais, atiradas pelo ego, para que o “eu superior” não evolua.

O conflito interno, infelizmente, ainda é algo inerente ao ser humano, mas é possível de ser superado. Tudo começa a partir da reforma interior, prática capaz de transcender o tempo e lançar as pessoas aos patamares mais excelsos, onde a tranquilidade completa a paz de espírito.

O caminho da transformação interior, do despertar ou do autoconhecimento, ocorre quando se toma consciência de si mesmo. Aprendendo a identificar as atitudes daninhas do ego, selecionando os pensamentos, filtrando as autoinfluências negativas e administrando os sentimentos de forma positiva. Lembrando da balança, que deve tender sempre para o lado das virtudes, enfraquecendo o ego e tonificando a essência divina existente em todos os humanos.

Quando a balança encontra-se equilibrada, significa que estamos estagiando por uma área de conforto, nem boa, nem ruim, apenas estagnados. Será esta a vida que merecemos? Não, todos nascem com um propósito nobre, evoluir como pessoas e seres espirituais eternos, melhorar o mundo interno, viver em felicidade, saúde, prosperidade e contribuir para que nosso planeta se torne uma morada digna e que tenhamos orgulho de ter participado do despertar da consciência individual e coletiva da Terra.

Indo para o lado mais transcendental desse assunto… saiba, acredite ou não… que ao redor de todos os objetos, incluindo o corpo físico, existe um campo energético – a aura – como é conhecido há milhares de anos por doutrinas orientais, esotéricas, e assim também popularizado no lado ocidental do planeta. Nessa camada invisível aos olhos destreinados, estão registradas todas as impressões mais relevantes e de grande apelo emocional vivenciados pelos artefatos ou seres humanos. Isso quer dizer que a energia da pessoa se espalha, se expande e fica impregnada num lugar ou objeto.

Você deve conhecer pessoas que de tão de mal com a vida, quando chegam num lugar parece que deixam o clima pesado, até mesmo, conseguem fazer flores murcharem com essa energia carregada de sentimentos negativos, provavelmente você conhece alguém assim…Então…

É muito comum ouvir, hoje em dia, que quando a boca cala o corpo fala, a mais pura verdade, pois a cada decepção, fracasso ou arrependimento que se guarda a sete chaves, cria-se um acúmulo mórbido de pensamentos carregados de emoções negativas na aura. Com o passar do tempo, esse apreço ao desgostar de si mesmo torna-se um vício, difícil de ser percebido, agindo sutilmente nos recônditos mais profundos da mente, criando na aura um novo campo energético, chamado: corpo de dor.

O corpo de dor passa a envolver a pessoa, no princípio, prendendo-a em um ciclo de pensamentos repetitivos, sempre relacionados a sensações de inferioridade, insegurança, doença, e ressaltando com mais veemência o apelo de vitimização de todas as ocorrências da vida. Lentamente, anula-se a essência do espírito eterno, o amor à vida e o direito à felicidade. Após o período de acomodação do corpo de dor, que também é alimentado pelo ego, onde o “eu inferior” tenta se sobrepor ao “eu superior”, uma nova etapa se instala e a atuação das doenças psicossomáticas passa a fazer parte do dia a dia da pessoa que não soube administrar as desilusões da existência.

Eis a importância de cultivar pensamentos positivos, de estar atento àquilo que anda vagando pela nossa mente. Muitas vezes, criamos, por inúmeros fatores, dentre eles, todas as espécies de carência, meios de ir ao encontro da baixa autoestima, do menosprezo pelo próprio corpo, inteligência, condição financeira e qualquer outra situação que possa ser utilizada para a autodepreciação. Cuidar dessas formas de pensamentos é obrigatório para todos aqueles que desejam ser felizes, começar amando a si mesmo é um excelente tônico vibracional para desmanchar qualquer corpo de dor que possa estar ao nosso redor. Amar a si mesmo, orar e vigiar os pensamentos daninhos é essencial para todos os viajantes planetários que buscam o Eldorado interior, ou seja, o tesouro perdido dentro cada um de nós.

Abraço.

José Cavalcante Maia

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